Depois que Alexandre Bianchini
apareceu por aqui o meu interesse por automobilismo despencou. Esperem,
explicarei o ocorrido. Não é por causa do nosso colunista, mas pelo próprio
esporte. Antigamente, quando cabia a mim meia dúzia de palavras sobre F1, eu
era meio que obrigado a acordar domingo de manhã e ver toda prova. A coisa se
tornou cansativa. No meu caso o motivo é claro: Não sou fanático pelo esporte,
mas como todo brasileiro, gostava de ver as vitórias. Com a falta delas, e
principalmente a falta de perspectiva de um brasileiro ser vitorioso, acabei
desistindo de assistir a competição. Ficamos órfãos durante alguns meses.
Assim, tudo que eu sei sobre o
automobilismo é por aqui, no Patativa da Bola (Olha só sua responsabilidade, meu
amigo!). Não sei termos técnicos, conheço pouco a história; e minha pouca
intimidade com o assunto tem requintes cruéis de uma generalização não muito
agradável aos que gostam de automobilismo. Como escrever sobre um assunto que não
dominamos, ou que somos meros curiosos? Bom, escrevemos sobre o futebol, e também
não o conhecemos muito; mas ainda assim usamos muitas vezes um pouco de argumentação
ou lógica. Damos a opinião como quem comenta alguma coisa que agrada, ou que
queremos que mude; ou que se torne interessante. Mas automobilismo? Só quem
entende mesmo.
Patativa da Bola sempre colocou como
prioridade o futebol, mas também nunca ordenou que o esporte não pudesse ser
comentado. Automobilismo é, portanto, o segundo esporte com mais postagens
nesse espaço. Também é um dos mais visitados. Portanto, ainda que o Patativa da
Bola fale sobre a bola, não há como negar que as rodas também são vistas,
apreciadas e analisadas. O meu interesse em ver automobilismo diminuiu, mas não
posso dizer que não sei o que está acontecendo em relação ao esporte. Aqui, “rodada
a rodada” você fica sabendo exatamente o que está acontecendo.
Portanto, completando seus quatro anos
como caçula da turma, segue nossas homenagens ao Alexandre Bianchini, único
colaborador sobre Fórmula 1 desde então - Tudo bem, eu não preciso mais de
tanto esforço para escrever sobre o esporte – Vamos apreciando os comentários, e
como sempre foi a proposta desse espaço, como se estivéssemos numa mesa de
boteco não mais falando de zagueiros, laterais e goleiros; mas em determinados momentos
nos atendo apenas nos volantes (literalmente automobilísticos).
Quatro anos de Pé no Fundo!

Um comentário:
Pô, assim eu fico sem jeito... Brigadão!
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