(Por Arthur Simone)
Há muito não tenho escrito minha
humilde coluninha, deixei passar um rebaixamento e dois títulos.
Agora, não mais! Vamos lá
palpitar, cornetar, por que isso é o que o palestrino é na essência:
CORNETEIRO.
O Palmeiras começou o ano com uma
ressabiada esperança, com Marcelo Oliveira no comando de um time muito parecido
com o Cruzeiro, papão de títulos nacionais em 2013/2014. Porém a fraca
performance na Libertadores, saindo na primeira fase e igualando o “recorde” do
Flamengo de quatro eliminações nessa fase, acabou por derrubar o badalado
treinador, abrindo espaço para Cuca. Sim, aquele Cuca cheio de superstições,
campeão da Libertadores 2013 pelo Galo (com uma ajudinha de Ronaldinho Gaúcho e
Nsa. Sra. Aparecida) mas, antes de tudo, o camisa 8 do Palmeiras de 1992, que
QUASE nos tirou da fila (que sairíamos no ano seguinte, já sem ele), e que a
cada gol fazia do gesto de “colocar a faixa” de campeão para a torcida.
Chegou dizendo ter essa dívida
com a torcida palmeirense que esse ano pagaria.
No Paulistão não deu. Afinal, não
era o SEU time, mas a herança de Marcelo Oliveira. Findo o torneio, fez a sua
“listinha” despachando alguns jogadores e recebendo outros, algumas apostas da
Diretoria, e assim #partiuBrasileirão2016.
E aí vemos o resultado: apesar do
Flamengo estar na cola, vem se mantendo firme na ponta da tabela e, se Dio
quiser!, finalmente poderá colocar aquela faixa que ficou devendo em 1992, de
quebra tirando o Palmeiras de um jejum de 22 anos sem um Campeonato Brasileiro.
Mas só dia 04 de dezembro (ou uma
semana antes, se possível no jogo contra a Chapecoense no Allianz Parque...)
poderemos cravar com todas as letras: É CAMPEÃO!
Até lá, ou em alguma edição
extraordinária!
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