segunda-feira, 10 de outubro de 2016

#segueolider

(Por Arthur Simone)

Há muito não tenho escrito minha humilde coluninha, deixei passar um rebaixamento e dois títulos.

Agora, não mais! Vamos lá palpitar, cornetar, por que isso é o que o palestrino é na essência: CORNETEIRO.

O Palmeiras começou o ano com uma ressabiada esperança, com Marcelo Oliveira no comando de um time muito parecido com o Cruzeiro, papão de títulos nacionais em 2013/2014. Porém a fraca performance na Libertadores, saindo na primeira fase e igualando o “recorde” do Flamengo de quatro eliminações nessa fase, acabou por derrubar o badalado treinador, abrindo espaço para Cuca. Sim, aquele Cuca cheio de superstições, campeão da Libertadores 2013 pelo Galo (com uma ajudinha de Ronaldinho Gaúcho e Nsa. Sra. Aparecida) mas, antes de tudo, o camisa 8 do Palmeiras de 1992, que QUASE nos tirou da fila (que sairíamos no ano seguinte, já sem ele), e que a cada gol fazia do gesto de “colocar a faixa” de campeão para a torcida.

Chegou dizendo ter essa dívida com a torcida palmeirense que esse ano pagaria.

No Paulistão não deu. Afinal, não era o SEU time, mas a herança de Marcelo Oliveira. Findo o torneio, fez a sua “listinha” despachando alguns jogadores e recebendo outros, algumas apostas da Diretoria, e assim #partiuBrasileirão2016.

E aí vemos o resultado: apesar do Flamengo estar na cola, vem se mantendo firme na ponta da tabela e, se Dio quiser!, finalmente poderá colocar aquela faixa que ficou devendo em 1992, de quebra tirando o Palmeiras de um jejum de 22 anos sem um Campeonato Brasileiro.

Mas só dia 04 de dezembro (ou uma semana antes, se possível no jogo contra a Chapecoense no Allianz Parque...) poderemos cravar com todas as letras: É CAMPEÃO!


Até lá, ou em alguma edição extraordinária!





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