Fim dos regionais, e começo do
torneio mais comprido e “competitivo” que é o campeonato brasileiro. E como primeira atração na TV, já teremos um reservão de Cruzeiro x Corinthians, clubes que
estão priorizando a competição continental. Pois é, futebol virou busine$$, e
os pontos corridos pela sua extensão atentem bem à grade televisiva, independentemente da
qualidade do espetáculo, que é o que pouco importa.
Qualidade, embora ainda restrita
a alguns poucos clubes, vemos na Champions League, o primo rico da
Libertadores. Barcelona volta a ser temido, e pode levar mais uma vez a Taça.
Estão querendo correr atrás do “prejuízo”, deixado com as 10 conquistas do Real
Madrid. Messi deixou o zagueiro do Bayer sentado, fez um gol que não vemos há um bom tempo por aqui, e daqueles que
o Rei do futebol fazia no “café da manhã”, como diziam. Mas sem comparações à
parte, Messi é o único jogador que joga igual ao Playstation, com aquela bola
que não desgruda do seu pé. E sem fazer comparações, mais uma vez, Neymar alcançando uma marca emblemática de 50 gols, já começa a entrar na galeria do clube catalão dos brasileiros
artilheiros, podendo fazer história dada sua pouca idade e ainda seu pouco
tempo de Europa, caso permaneça por mais tempo no clube, evidentemente.
Voltemos ao brasileiro, até
porque vamos ouvir falar dele até o fim do ano. Lembrando que mês que vem tem
Copa América, o torneio de seleções mais antigo do planeta Terra, e que
desfalcará alguns clubes por sete rodadas. Mais baixas num torneio com pouca
atração. Mas ainda não terminou. Também tem a janela do meio do ano, e o
torneio sulamericano poderá servir de vitrine. Período para os clubes conseguirem
mais um dinheirinho, mandando seus “craques” para a Europa, China, ou Major
Soccer League, que já exporta seu produto "here, to “Brazil”.
Ainda temos a Copa do Brasil para
animar e esquentar o inverno brasileiro (e aqui digo sem nenhum escárnio).
Depois de ficar se arrastando e
sabermos o que sobrou dos clubes, aí sim, a principal competição nacional,
começa a pegar no breu após este período de hibernação e a definir os (poucos)
prováveis campeões e os (muitos) prováveis candidatos ao rebaixamento. E claro,
o prêmio de consolação que é a vaga para a Libertadores do ano que vem.
Obs: Nem falei do Santos, recém Campeão
Paulista, novo ou velho campeão, chegando a todas as finais desde 2009... Mas conforme o título do post, alguma
novidade? Preciso ser redundante? Acho que não...
(Desculpem deixar transparecer um pouco meu lado torcedor,
mas não pude deixar de perder a viagem aproveitando o título deste post que
escolhi. E pra quem me conhece, posso dizer que melhorei bastante, acho que
fiquei bem mais tolerável, não é mesmo?).
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