Ah, a ansiedade! Esse bichinho chato que entra nos nossos sapatos, nos nosso ouvidos, pinica em nossa roupa justo quando encerramos o período de treinamentos de uma prova importante. Pois é. Nos últimos dias, com a aproximação da corrida e o final do período de treinamentos a ansiedade tomou conta. Mesmo já tendo corrido algumas dezenas de competições, a maratona é diferente.
Difere, principalmente, no tempo de preparação. Só pra se ter uma ideia, eu fiz a inscrição pra prova há mais de 10 meses, quando eu decidi que seria uma boa ideia e um bom slogan comemorar os meus 42 anos correndo 42 quilômetros. Tenho pensado na maratona, em maior ou menor grau desde o mês de dezembro de 2016. A preparação mental e a planificação dos treinos de corrida e fortalecimento vem desde janeiro desse ano.
Os treinos específicos para a maratona começaram há 04 meses, período no qual eu intensifiquei os treinos de musculação e as sessões de alongamento, a fim de controlar as dores da Condromalácia Patelar e os treinos de corrida. Adaptar-me ao incômodo e à correr usando uma faixa subpatelar (minha companheira inseparável), levou tempo. Tive de abdicar de alguns treinos menos importantes pra conseguir realizar os treinos longos no final de semana sem sofrer demais. Enfim, consegui completar aquilo que planejei.
Infelizmente, amigos, não há treino possível para amenizar a ansiedade. Nos últimos dias fiz apenas treinos curtos de 2 ou 3 quilômetros, em esteira, e algumas sessões curtas de fortalecimento dos membros superiores, só pra manter o corpo em atividade. No mais, muito descanso e cuidado especial com a hidratação e o sono. Descansar totalmente é impossível. Quem corre não descansa, quem corre está sempre na espera da largada.
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