Olá leitores!
Bom, a taxa de acerto nas previsões foi de 50%: acertei que o julgamento da Ferrari acabaria em pizza, mas errei em achar que a corrida em Monza seria interessante. A corrida foi muito, mas muito chata. Acho que a única ultrapassagem que não foi feita no trabalho de boxe foi a do Webber sobre o Hulkemberg, ainda assim facilitada pelo fato do carro da Red Bull ser muito melhor que a Williams – em que pese a Williams ter demonstrado um grande avanço desde o começo da temporada.
Bom, a taxa de acerto nas previsões foi de 50%: acertei que o julgamento da Ferrari acabaria em pizza, mas errei em achar que a corrida em Monza seria interessante. A corrida foi muito, mas muito chata. Acho que a única ultrapassagem que não foi feita no trabalho de boxe foi a do Webber sobre o Hulkemberg, ainda assim facilitada pelo fato do carro da Red Bull ser muito melhor que a Williams – em que pese a Williams ter demonstrado um grande avanço desde o começo da temporada.
O Sr. Hamilton vai conseguir perder o campeonato para seus próprios erros. Em uma corrida de pouco mais de 300 km, ele tenta forçar a barra na primeira volta e quebra a barra de direção do lado direito. Webber, Button, Vettel e Alonso agradeceram... o único consolo dele é que ao final da corrida ele pode se lamentar no ombro de uma Pussycat Doll. O Webber, depois de reviver seus tempos de “leão de treino” no sábado, largou mal e passou boa parte da corrida atrapalhado pelo Hulkemberg, que defendia com unhas e dentes sua posição, até usando de manobras, digamos, pouco esportivas (mas não desleais). Quem aproveitou foi o Vettel, com uma estratégia no mínimo ousada: já que a Bridgestone levou pneus um tanto quanto duros para Monza, ele largou com os macios, e só parou para trocar pelos duros na última volta – o que no mínimo indica que o pneu mais macio ainda era duro o suficiente para durar a corrida inteira. Enfim, como a Bridgestone abandona a categoria no fim do ano, acho que eles já devem estar jogando tudo ao vento.
Alonso aproveitou a força do motor Ferrari para andar com mais inclinação de asa, sendo mais rápido nas curvas mas sem perder muita velocidade nas retas para fazer a alegria dos “tifosi” que lotavam as arquibancadas – e que fizeram uma bela festa após a bandeirada, com a tradicional invasão de pista que sempre faz parte das corridas na Itália. O Segundinho até tentou disputar com o Alonso nas duas primeiras curvas, mas depois reduziu-se à sua insignificância e só comboiou o espanhol, terminando a corrida em 3º lugar.
O pódio foi completado com o Button, que – a exemplo dos pilotos da Ferrari – não usou a “receita” padrão de Monza (usar o mínimo possível de inclinação de asa para “voar” nas retas) e foi muito bem até ser ultrapassado pelo Alonso na estratégia de parada. Aí ele não tinha mais velocidade máxima para acompanhar a Ferrari e procurou diminuir ao máximo o prejuízo em pontos.
O Barrichello não se adaptou tão bem às necessidades da pista como o companheiro de equipe e terminou apenas em 10º lugar (o Hulkemberg terminou em 7º), mas foi mais uma corrida na qual ele pontuou. Já a turma da GP2 (Senna e Di Grassi) fez o que pôde, e eles podem muito pouco. Senna abandonou na volta 47 e o Di Grassi terminou em 20º, duas voltas atrás dos líderes.
Agora acabou a fase européia, e as próximas 5 corridas (ou 4, se a Coréia não conseguir terminar o autódromo a tempo) serão em locais exóticos (Brasil incluso nessa lista). Dia 26/09 a corrida será sob os holofotes de Cingapura, dessa vez sem Nelsinho nem Briatore para fazerem bagunça.
Até lá!!!
Alexandre Bianchini
Alexandre Bianchini
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