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Chega! Por esse ano basta de futebol. Até logo. Vimos o Flamengo ser campeão. Também ficamos sabendo sobre a seleção brasileira na Copa da África. Notícias que todos vocês ficaram sabendo primeiro pelos jornais. Mesas redondas e grandes portais da internet. Não nascemos para isso, somos apenas um blog palpiteiro; como tantos outros. Mas alguma coisa nós vamos aprendendo, interferindo e quem sabe criando nossa própria identidade.
Algumas pessoas gostam de nós, nos acompanham. A média é de dez passagens por dia. Pode ser que aumente esse número, aumentando nossa responsabilidade; também pode ser que não. É interessante que mais pessoas nos vejam, mas parece que não é essencial: nascemos para compartilhar nossas opiniões com qualquer pessoa que se interesse pelo futebol; não nascemos para o estrelato. Não queremos fazer aqui o jornalismo investigativo; nem qualquer tipo de jornalismo. Como eu disse, somos uma parte desses milhões de blogueiros espalhados pelo mundo virtual.
Nestas páginas, viu o historiador Mário e seu Santos. O sujeito fala sobre qualquer coisa, mas não dêem a ele a idéia de falar sobre o time do coração: o cara parece ir buscar não sei onde tanta informação sobre o time. Idéias que parecem ultrapassadas, pelas cores das imagens e pelo nome dos personagens. Mas também nos dá seus palpites sobre a administração do time, essas coisas. É contemporâneo, histórico; vanguardista.
Alexandre funcionando mais como um torcedor. Disse que teve que pesquisar para falar sobre a histórica conquista do seu time: O Palmeiras. Pois é, têm torcedor que realmente não lembra data, passagens; nem sequer consegue escalar o time completo, buscado em conquistas mais recentes (eu me enquadro nesse critério, não sei a escalação de cor). Reclamou do time mais do que ninguém, pois tinha grandes motivos para isso.
Temos o saopaulino César. E como todo tricolor, sua escrita mais clássica, às vezes buscando em sua vasta cultura esportista um tema interessante. Ficou marcado o ano que passou o “menino que queria correr” e o jogo “sonso do seu time na televisão”. Ele aparece pouco, como fazia no antigo blog. Mas sempre aparece para definir sua opinião, sem construir um muro onde possa se pendurar no “acho que sim” e “acho que não”. O que o cara diz, está dito. E como todo saopaulino, é difícil arrumar argumentos para tirar o cara do sério.
E por último, me apresento: Corinthiano. Corinthiano um pouco diferente do que acham de Corinthiano: “esteriotipado” da raça e do povo lutador e sofredor. Das camadas humildes que lutam dia-a-dia pelo seu time. Não que eu não seja humilde, talvez tenha certos defeitos; mas uma coisa eu posso dizer sobre ser corintiano: a gente sofre mesmo, reclama, chora; mas como todos os outros torcedores; vibramos com nossas conquistas. Tento ser imparcial, mas às vezes moderar é um limite difícil de decidir. Terei um ano complicado pela frente: pelo amor ou pela dor dos cem anos, o texto nascerá pela euforia ou pelo choro. É duro participar de um sonho da nação do quase milagre título da Libertadores.
Assim, todos nós com suas paixões, buscamos apenas dizer o que pensamos; respeitando a opinião dos outros torcedores e se divertindo na elaboração, acompanhando os textos dos amigos, e opinando.
E para aqueles que nos visitam: Que continuem se divertindo como é divertido para nós postar no Patativa da Bola.
Feliz 2010!
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Chega! Por esse ano basta de futebol. Até logo. Vimos o Flamengo ser campeão. Também ficamos sabendo sobre a seleção brasileira na Copa da África. Notícias que todos vocês ficaram sabendo primeiro pelos jornais. Mesas redondas e grandes portais da internet. Não nascemos para isso, somos apenas um blog palpiteiro; como tantos outros. Mas alguma coisa nós vamos aprendendo, interferindo e quem sabe criando nossa própria identidade.
Algumas pessoas gostam de nós, nos acompanham. A média é de dez passagens por dia. Pode ser que aumente esse número, aumentando nossa responsabilidade; também pode ser que não. É interessante que mais pessoas nos vejam, mas parece que não é essencial: nascemos para compartilhar nossas opiniões com qualquer pessoa que se interesse pelo futebol; não nascemos para o estrelato. Não queremos fazer aqui o jornalismo investigativo; nem qualquer tipo de jornalismo. Como eu disse, somos uma parte desses milhões de blogueiros espalhados pelo mundo virtual.
Nestas páginas, viu o historiador Mário e seu Santos. O sujeito fala sobre qualquer coisa, mas não dêem a ele a idéia de falar sobre o time do coração: o cara parece ir buscar não sei onde tanta informação sobre o time. Idéias que parecem ultrapassadas, pelas cores das imagens e pelo nome dos personagens. Mas também nos dá seus palpites sobre a administração do time, essas coisas. É contemporâneo, histórico; vanguardista.
Alexandre funcionando mais como um torcedor. Disse que teve que pesquisar para falar sobre a histórica conquista do seu time: O Palmeiras. Pois é, têm torcedor que realmente não lembra data, passagens; nem sequer consegue escalar o time completo, buscado em conquistas mais recentes (eu me enquadro nesse critério, não sei a escalação de cor). Reclamou do time mais do que ninguém, pois tinha grandes motivos para isso.
Temos o saopaulino César. E como todo tricolor, sua escrita mais clássica, às vezes buscando em sua vasta cultura esportista um tema interessante. Ficou marcado o ano que passou o “menino que queria correr” e o jogo “sonso do seu time na televisão”. Ele aparece pouco, como fazia no antigo blog. Mas sempre aparece para definir sua opinião, sem construir um muro onde possa se pendurar no “acho que sim” e “acho que não”. O que o cara diz, está dito. E como todo saopaulino, é difícil arrumar argumentos para tirar o cara do sério.
E por último, me apresento: Corinthiano. Corinthiano um pouco diferente do que acham de Corinthiano: “esteriotipado” da raça e do povo lutador e sofredor. Das camadas humildes que lutam dia-a-dia pelo seu time. Não que eu não seja humilde, talvez tenha certos defeitos; mas uma coisa eu posso dizer sobre ser corintiano: a gente sofre mesmo, reclama, chora; mas como todos os outros torcedores; vibramos com nossas conquistas. Tento ser imparcial, mas às vezes moderar é um limite difícil de decidir. Terei um ano complicado pela frente: pelo amor ou pela dor dos cem anos, o texto nascerá pela euforia ou pelo choro. É duro participar de um sonho da nação do quase milagre título da Libertadores.
Assim, todos nós com suas paixões, buscamos apenas dizer o que pensamos; respeitando a opinião dos outros torcedores e se divertindo na elaboração, acompanhando os textos dos amigos, e opinando.
E para aqueles que nos visitam: Que continuem se divertindo como é divertido para nós postar no Patativa da Bola.
Feliz 2010!
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2 comentários:
Pois é! Somos assim mesmo... é verdade... E 2010 está ai, o futebol voltará e nós voltaremos a vibrar e reclamar!!
Obrigado pelos adjetivos, nem sei se os tenho todos.
Claro que gosto de falar do meu time, tanto de um passado que eu já vi, como outro que gostaria de ter presenciado mas não tive oportunidade. É por isso que trago algumas curiosidades, sem querer ser chato como o Milton Neves.
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