Falta um mês e meio para 2010, ano em que a torcida corintiana irá comemorar o tão esperado centenário do clube. Muitas festividades marcaram os clubes que já ultrapassaram a barreira dos 100 anos, e nada melhor para o Corinthians fechar o ano com o título inédito da Libertadores. Isto mesmo, disse "fechar" o ano pois assim como 2009, o ano corintiano em 2010 irá até o primeiro semestre, seja com festividades ou em meio a uma depressão, já que a conquista deste torneio virou uma obsessão para os alvinegros.
Como enfocou o patativeiro e corintiano Sérgio no post anterior, um clube que tem como características a raça e determinação dentro de campo ( e talvez sem grandes esquadrões que marcaram ou merecessem uma moldura na parede), nunca vencera este torneio na qual a técnica não é o fator fundamental. Parece uma ironia que só um esporte como o futebol reserva, assim como grandes craques ou seleções que jamais conquistaram uma Copa do Mundo, ao passo que jogadores medianos ou menos qualificados tecnicamente, ficaram para a história em virtude de conquistas que outros craques não conseguiram.
O Corinthians parece viver um dilema para a conquista da América: montar um esquadrão, ou tentar vencer na "raça"? Até agora, parece que o objetivo seria montar um "esquadrão". Fato é que não existe uma cartilha para vencer um torneio como a Libertadores, mas os quesitos que parecem ajudar já foram testados pelo São Paulo; profissionalismo e organização. Se o time do Morumbi não vence, pelo menos participa sempre com a perspectiva de levantar o caneco. E um pouco de frieza também não faz mal a ninguém. Estes atributos citados parecem suplantar algumas vezes a catimba, os gramados ruins, o clima de guerra e determinação dos nossos hermanos em vencer a qualquer custo.
Esta obsessão corintiana pela conquista jogou contra o time nas últimas edições em que o clube participara, com a eliminação ocorrendo dentro de seus domínios e até com torcida querendo invadir o gramado. Resta saber se no ano do centenário esta obsessão servirá como fator positivo ou se jogará mais uma vez contra.
Como enfocou o patativeiro e corintiano Sérgio no post anterior, um clube que tem como características a raça e determinação dentro de campo ( e talvez sem grandes esquadrões que marcaram ou merecessem uma moldura na parede), nunca vencera este torneio na qual a técnica não é o fator fundamental. Parece uma ironia que só um esporte como o futebol reserva, assim como grandes craques ou seleções que jamais conquistaram uma Copa do Mundo, ao passo que jogadores medianos ou menos qualificados tecnicamente, ficaram para a história em virtude de conquistas que outros craques não conseguiram.
O Corinthians parece viver um dilema para a conquista da América: montar um esquadrão, ou tentar vencer na "raça"? Até agora, parece que o objetivo seria montar um "esquadrão". Fato é que não existe uma cartilha para vencer um torneio como a Libertadores, mas os quesitos que parecem ajudar já foram testados pelo São Paulo; profissionalismo e organização. Se o time do Morumbi não vence, pelo menos participa sempre com a perspectiva de levantar o caneco. E um pouco de frieza também não faz mal a ninguém. Estes atributos citados parecem suplantar algumas vezes a catimba, os gramados ruins, o clima de guerra e determinação dos nossos hermanos em vencer a qualquer custo.
Esta obsessão corintiana pela conquista jogou contra o time nas últimas edições em que o clube participara, com a eliminação ocorrendo dentro de seus domínios e até com torcida querendo invadir o gramado. Resta saber se no ano do centenário esta obsessão servirá como fator positivo ou se jogará mais uma vez contra.
Um comentário:
Talvez o título venha quando ninguém mais ligar para ele.
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